A falta de entendimento ou consideração do comportamento geotécnico das fundações e do Estado Limite de Serviço pode levar a premissas erradas no modelo estrutural.
A não interação entre o Engenheiro de Estruturas e o Engenheiro Geotécnico na fase de modelagem é a principal causa desses problemas, onde cada especialista desenvolve sua análise de forma disjunta. Somado a isso, temos uma educação focada no estudo das cargas e tensões em estruturas, dando pouca ou nenhuma importância às deformações e seus efeitos no comportamento das estruturas.
Clique AQUI e confira o artigo completo, escrito por David Oliveira, publicado na Edição 7 da Revista Estrutura.